De sangue e de sonhos
janeiro 8, 2011 at 3:37 am Deixe um comentário
Abrir os braços pra vida
e alçar um voo aterrado;
Mergulhar no fundo do céu estrelado
E ver o invisível.
Pensar o impensável e dizer o indizível
Traduzir o intraduzível
E cantar o incantável.
Tocar com a pena o papel
e encantar o intocável.
Caminhar com zelo e coragem.
Existir com o mundo, para logo não mais.
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