Via Láctea
fevereiro 2, 2011 at 2:40 am Deixe um comentário
Ser de lama, de sangue e de estrelas
Estar desnuda na imensidão
Ouvir o teu canto em silêncio
Fazer de meu peito oferenda
De minhas lágrimas libação;
Ao leite e mel derramados
No manto negro e profundo
Me veste em mistério sereno
Me abriga da solidão
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