Ode ao Dinossauro

Vi esse poema pela primeira vez assistindo Watchmen, e não havia entendido a referência.

Encontrei novamente num livro do Richard Dawkins, que mudou o nome original do poema, de “Ozymandias” mudou para “Ode ao Dinossauro”, como fechamento de um capítulo em que ele falava de que houve tantas espécies de dinossauros que não deixaram nenhum descendente vivo nos dias de hoje.

Um poema para fazer pensar quando damos importância demais a coisa pouca.

“I met a traveller from an antique land
Who said: Two vast and trunkless legs of stone
Stand in the desert. Near them on the sand,
Half sunk, a shatter’d visage lies, whose frown
And wrinkled lip and sneer of cold command
Tell that its sculptor well those passions read
Which yet survive, stamp’d on these lifeless things,
The hand that mock’d them and the heart that fed.
And on the pedestal these words appear:
“My name is Ozymandias, king of kings:
Look on my works, ye Mighty, and despair!”
Nothing beside remains. Round the decay
Of that colossal wreck, boundless and bare,
The lone and level sands stretch far away.”

Percy Bysshe Shelley

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