olas

em

hoje me senti leve.
como quando pequena.
no mar, de olhos fechados, ao sabor das ondas.
que nao me afogavam. nao me violentavam.
so iam e vinham, ao som de mim mesma.
ao som da areia.
ao som da ausencia de tempo
e da onipresenca desse espaco
que eu ja chamei de iemanja
e depois maria
e depois divino
e depois luz
e depois esqueci
e ao final aprendi a chamar de
eu mesma.

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