clareira aberta

investi nessas ruinas
matagal queimado
pra mantê-las minhas
guardo os dólares na gaveta, fúteis
memórias mortiças

não vou carpir nada
não farei escola
nem comunidade
livrar-me em alvoroço
de opressão fictícia

farelos de ninho
lacuna na historia
lar abandonado
hectares de embaraços
hecatombe das baratas

ou terra prometida
para quem
com calma
plantar
coquinhos

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